Definindo o indefinível
terça-feira 23 de agosto de 2016 às 17:38 | Arquivado em: Cultura, Hidden Thoughts, O Estudo sobre o Amor

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É tomar mertiolate, pra curar o ralado do coração. Passar batom vermelho, soltar o cabelo e dançar ao som do vento e sentir-se livre. São aqueles que iluminam seus dias que brilham mais que o sol e que arrancam coisas boas de seu coração e pensamento. Sãos os beijos e os abraços apertados, são os gestos inesperados de carinho. As palavras doces ou amargas, que fazem sorrir ou chorar, mas que são por nós e para nós, com atenção e cuidado. São três pássaros tatuados nas costas de alguém e nomes que tem significado. É aquele rosto amassado, com os olhos remelentos e o bafo de onça que te encara no espelho, que pode matar como narciso ou refletir a alma. É o conhecimento sobre aquilo que não sabemos e ficamos a divagar de madrugada. É aquilo que faz nossos olhos brilharem, nossas cores todas vibrarem e acenderem e nos transformar em uma tela de descanso do Windows. São todos os clichês, com tudo o que é inesperado. Somos nós, por nós mesmos. São os vários tipos, que são tantos e não entendemos nem a metade.

Escrito por Luiza Luna

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